vs Atlético PR

Nome: Clube Atlético Paranaense • Site: atleticoparanaense.com
Fundação: 26 de Março de 1924, Curitiba (PR)
Cores: Vermelho e Preto • Apelido: Furacão • Mascote: Cartola
Estádio: Arena da Baixada • Capacidade: 42.372 pessoas
Federação Paranaense de Futebol • Site: federacaopr.com.br
Todos os Jogos
Data Competição Estádio Jogos
02/09/1973 Brasileiro Série A Estádio Presidente Vargas Ceará 0 x 1 Atlético
05/11/1975 Brasileiro Série A Estádio Belford Duarte Ceará 0 x 3 Atlético
07/03/1982 Brasileiro Série A Estádio Castelão Ceará 1 x 0 Atlético
14/03/1982 Brasileiro Série A Estádio Joaquim Américo Ceará 3 x 0 Atlético
11/10/1987 Brasileiro Série A Estádio Castelão Ceará 0 x 1 Atlético
01/09/2010 Brasileiro Série A Arena da Baixada Ceará 1 x 2 Atlético
28/11/2010 Brasileiro Série A Estádio Castelão Ceará 1 x 1 Atlético
28/07/2011 Brasileiro Série A Estádio Presidente Vargas Ceará 2 x 1 Atlético
23/10/2011 Brasileiro Série A Arena da Baixada Ceará 0 x 1 Atlético
23/06/2012 Brasileiro Série B Estádio Presidente Vargas Ceará 1 x 0 Atlético
22/09/2012 Brasileiro Série B Estádio Janguitão Ceará 1 x 2 Atlético
28/02/2018 Copa do Brasil Arena da Baixada Ceará 0 x 0 Atlético
15/03/2018 Copa do Brasil Arena Castelão Ceará 1 x 1 Atlético
# Em 15/03/2018 – Terceira Fase da Copa do Brasil – Nas Penalidades: Ceará 5 x 6 Atlético;
# Para acessar as Fichas dos Jogos basta clicar nos resultados dos jogos, Obrigado!
Todos os Jogos
Ceará Retrospécto Geral Atlético
13 Jogos 13
4 Vitórias 6
3 Empates 3
11 Gols 13
Vozão Furacão
Todos os Jogos
Competição Jogos Vitórias Empates Gols Marcados
Ceará Atlético Ceará Atlético
Brasileiro Série A 9 3 5 1 8 10
Brasileiro Série B 2 1 1 0 2 2
Copa do Brasil 2 0 0 2 1 1
Total Geral 13 4 6 3 11 13
Total Geral
.:: História do Atlético ::.
Havia uma zona em Curitiba conhecida por Quarteirão do Tigre, redondezas da Rua João Negrão, estendendo-se para oeste. Seria o que hoje é mais ou menos o Bairro Rebouças. Ali, jovens moradores formaram e denominaram duas equipes: Leão e Tigre.

Em 1914, um jogo entre os dois foi vencido pelo Tigre pelo escore de 2 x 1 e na churrascada que se seguiu, em ânimo de confraternização, decidiram os dirigentes de ambas as facções fundirem-se a fim de disputar, em condições de igualdade, os torneios da cidade. Surgiu, assim, o Britânia Sport Club, nome dado em homenagem à Grã-Bretanha, berço do futebol.

O sucesso da nova agremiação foi indiscutível, embora em 1915, ano do primeiro campeonato organizado reunindo equipes de Curitiba e Paranaguá, tenha sido relegado à segunda divisão. No ano seguinte, todavia, já envergava um vice-campeonato.

Curioso é que, em 1917, surgia uma figura interessante mas complexa, que mais tarde viria a ser conhecida como tapetão: o Britânia, inconformado com derrota diante do Coritiba, alegando prejuízos face arbitragem facciosa, desiste de repente do campeonato. Por outro lado, o América se vê na contingência de fundir-se com o Paraná, resultando daí o América-Paraná, nítido arranjo em termos de sobrevivência. As ligas, então distintas em 1916, uniram-se, unificando também os critérios. Ficavam assim valorizadas as disputas diretas entre as equipes. Em conseqüência, o forte América-Paraná foi o campeão do ano.

Mas vieram os anos de 1918, 1919, 1920, 1921, 1922 e 1923: hegemonia incontestável do Britânia. O hexacampeonato do Britânia fora um tormento! Uma pedra no sapato dos demais. O International e o América foram campeões, respectivamente, em 1915 e 1917. O Coritiba em 1916. Depois disso só deu Britânia, socialmente uma equipe frágil. Além disso, não possuía nem tradição nem popularidade e sequer dispunha de apoio de uma colônia. Apesar de tudo, abocanhou seis títulos seguidos.

Numa época de implantação como aquela, o fato era fundamentalmente negativo. A hegemonia de um grupo pequeno e isolado fatalmente abalaria o estímulo, o entusiasmo. O América, popularíssimo; o International idem, afora a cobertura que detinha dos tradicionais troncos provincianos; o Coritiba, toda uma colônia. O problema era sério. Não bastassem os brios altamente feridos!

Além de tudo, alguns problemas paralelos: o América não havia pago dívida contraída perante a liga regional, resultando no fato de o campeão da segunda divisão, o Universal, solicitar inscrição na vaga naturalmente aberta pela punição de cancelamento incidente sobre o América. O jogador americano, Ernesto de Moura Brito, mais do que depressa, paga a dívida junto à liga, o que a obriga a uma salomônica decisão: determinar jogo extra entre América e Universal, como critério para ocupar a tal vaga para o campeonato de 1923.

O jogo transcorria normalmente e, quando estava 3 x 3, foi marcado um pênalti contra o América. Uníssono ao primeiro grito de Marrecão, capitão da equipe e expulso imediatamente, o América retira-se do gramado e perde a vaga por desistência. Três dias depois, como saída encontrada e já dando largas a comentários e desejos recônditos, próceres do América e do International reuniram-se para tratar da fusão entre as duas agremiações. Mas discordaram quanto às cores da camisa. E nisso, passou-se um ano.

Em março de 1924, porém, os dirigentes se entenderiam: o desportista Luiz Guimarães – Zalacain -, ex goal-keeper americano, empresário, jornalista e editor esportivo, ligado por laços de parentesco aos Gonçalves, família a que pertencia Marrecão, além de dar-se muito bem com a elite tradicional do International, teve ação decisiva relativamente às providências. Sob a presidência de Arcésio Guimarães, presidente do Internacional, uma Assembléia Geral aconteceu. A união de Internacional e América foi concretizadano dia 21 de março de 1924 e no dia 26, oficialmente, foi empossada a diretoria do novo clube.

Surgia, assim, o Clube Atlético Paranaense. (Fonte: www.atleticoparanaense.com)

.:: Hino Oficial 1ª Versão ::. .:: Hino Oficial 2ª Versão ::.

Autor: Zinder Lins
Música: Zinder Lins

Atlético, Atlético!
Conhecemos o teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor!

Vamos marchar sempre entoando
Esta gloriosa canção
E no peito ostentando
Nosso amado pavilhão

O Coração do Atleticano
Deve estar sempre voltado
Para as glórias do presente
E os feitos do passado

A tradição da nossa raça
Nos legou um sangue forte,
Rubro-negro não tem jaça
E não teme a própria morte.

A flâmula vermelha e preta
Representa um esplendor
Todos cá desta Baixada
A defendem com amor.

É por isso e mais por isso

Que ecoa de Sul a Norte

Todos os homens rubro-negros
Descendem de raça forte.

(Fonte: www.furacao.com)


Autor: Zinder Lins
Música: Genésio Ramalho

Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)

Vamos marchar
Sempre cantando
O hino do Furacão
E no peito ostentando
A faixa de campeão.

Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
O coração atleticano
Estará sempre voltado
Para os feitos do presente
E as glórias do passado.

Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)

A tradição, vigor sem jaça,
Nos legou o sangue forte
Rubro-negro é quem tem raça
E não teme a própria morte.

Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)”

(Fonte: www.furacao.com)


.:: Seleção Brasileira – Brazilian National Football Team ::.
Confira todos os jogos da Seleção Brasileira de futebol aqui.
All the matches of the Brazilian National Team hear;
www.jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com


Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)


For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believeth in him should not perish, but have everlasting life. (John, 3:16)
%d blogueiros gostam disto: